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Já que está rolando a 55ª Feira do Livro de Porto Alegre, eu, como estudante de Jornalismo da Unisinos, decidi deixar uma dica de livro que vai ser lançado em novembro.

capa Livro Metamorfoses Jornalísticas

O livro Metamorfoses Jornalísticas 2: a reconfiguração da forma (Edunisc, 2009) será lançado na Feira do Livro, em Porto Alegre, no dia 14/11, Sábado, às 18h30min. Já em São Paulo, o lançamento acontecerá durante o Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo – SBPJor, no dia 26/11, quinta, às 20h.

Organizado pelos professores Demétrio de Azeredo Soster e Fernando Firmino da Silva, o livro é o segundo volume da série Metamorfoses Jornalísticas. O primeiro tratou das “formas, processos e sistemas”, enquanto que o segundo analisa as “reconfigurações da forma” do fazer jornalístico.

Para quem puder, fica a dica do lançamento! Boa feira pra vocês e boa leitura!

Excursão Beto Carrero

No final de semana do dia 24 e 25 de Outubro, eu, meu namorado e mais um casal de amigos, o Ju e a Nati, fomos de excursão para o Beto Carrero. Desde o ano passado vínhamos programando esse passeio. Depois de pesquisarmos as opções, optamos pela empresa Socaltur, de Novo Hamburgo. Por um preço bem razoável, tínhamos incluso o transporte, hotel, os 2 cafés da manhã, janta e o ingresso para o Beto Carrero. E lá fomos nós.

Saímos na sexta, 23 de Outubro, às 22:15, em frente ao Ginásio Municipal de São Leopoldo. Nós, cheio de malas, e um casal ao nosso lado, só com uma mochilinha. Era “inha” mesmo. Isso foi motivo de piada o finde inteiro. Já no ônibus, tínhamos água, refri, chá e bolachinhas. Tudo perfeito!

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No ônibus: início da excursão

No meio do caminho, paramos no Japonês, parada obrigatória dos ônibus que vão para S.C. Tínhamos 30 min. para usar o banheiro e comermos algo. Estávamos bem tranquilos, conversando na frente do bus, quando o guia, o Becker, disse: “só estamos esperando por vocês”. Bah, que vergonha! Depois disso éramos sempre os primeiros a entrar no bus, ou quase.

Início da manhã, lá pelas 07:15 chegamos no Hotel Rieger, que, por sinal, era maravilhoso! Quartos aconchegantes, piscina interna, térmica, piscina externa e café da manhã e janta deliciosos. Pobre é  triste, já se deslumbra com o hotel e a comida! Mas o que nos interessava era o parque, por isso embarcamos de novo no bus e fomos para o Beto Carrero.

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Chegada no hotel: prontos para ir pro Beto

Por azar pegamos um engarrafamento e não chegamos tão cedo quanto gostaríamos. Mas a empolgação era grande, assim mesmo! Tinha gente por todo lado, vários ônibus estacionados, o Becker nos disse depois que nunca tinha visto o Beto Carrero tão cheio. Pois a gente conseguiu ir exatamente nesse dia! Mas paciência, agora era entrar e correr para encarar as filas e andar nos “brinquedos”.

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No Beto Carrero: Ju, Nati, eu e Lu na foto tradicional

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Beto Carrero lotado

O mais perto da entrada era o “Madmotion”, que na minha época, 10 anos atrás, ainda se chamava “Maxmotion”. Depois de uns 30 min. na fila, entramos. Foi um pouco decepcionante, pra não dizer, totalmente. Tínhamos a lembrança de algo divertido, emocionante, mas o que vimos foi algo entediante, com as cadeiras se mexendo, mas sem grandes efeitos, gráficos ruins…Depois que eu fui entender que 10 anos atrás isso podia ser bacana, mas hoje, com videogames, cinema 3D e 4D, a nossa visão mudou.

De lá, fomos correndo para a próxima atração, que eu ainda não conhecia, o “Império das águas”. A espera foi longa, 1h30min. na fila, e apesar de não ser algo que nos desse muita emoção e adrenalina, valeu a pena! É quase como fazer rafting, por um trajeto bonito, calmo, com risco de sair de lá molhado. Eu saí ilesa, já o Juliano…

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No Império das Águas

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Amor e eu descendo as "corredeiras"

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Juliano: só um pouco molhado

Bem ao lado do Império das Águas vimos a temida “Big Tower”. Ela é big mesmo! De longe já parecia grande, de perto então, sem comentários.  Mas resolvemos encarar! Pra nos incentivar, a fila era pequena. Era impressionante ouvirmos os gritos na subida, e depois, na queda de 100 metros, só o silêncio.

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Big Tower de longe

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De pertinho

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Na nossa vez não foi diferente! Medo, apreensão e risadas fizeram parte. Enquanto a gente subia, eu só pensava “o que eu tô fazendo aqui?”, mas daí era tarde, e logo estávamos caindo, caindo, caindo… Muito louco, mas eu iria de novo, com certeza!

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Na hora da verdade

Depois disso, tudo parecia pouco pra nós. Ou pelo menos foi o que pensamos. Resolvemos seguir na mesma linha, e fomos no “elevador”. Logo mudamos de opinião, o elevador era pior que a Big Tower. Subia mais rápido, era barulhento, parecia uma gaiola…só sei que no final das contas a sensação foi tão “ruim” quanto, ou pior. Mal descemos do elevador e nos encaminhamos para a montanha russa “antiga”.

Perto da nova, ela parecia muito sem graça, mas depois de andarmos vimos que ela dá medo também! Principalmente na 1ª descida. O Ju e a Nati, que andaram no 1° carrinho então que o digam! Nisso, já era passado das 15:00, resolvemos então que era hora de almoçar. Optamos pela praça de alimentação central, e apostamos em um lanche rápido, que não fosse causar risco na nossa ida à nova montanha russa.

Decidimos caminhar um pouco pelo parque antes da nossa próxima gigantesca fila. Conhecemos a Vila Germânica, a Ilha dos Piratas, tudo muito rápido, claro, porque nosso tempo era curto e a próxima espera era longa.

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;)

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Na Vila Germânica

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

De olho no relógio nos encaminhamos para a mais nova montanha russa do Beto Carrero: a Fire Whip! Já de longe vimos que a fila era grande, mas a nossa decisão já estava tomada, queríamos encerrar nosso passeio ao Beto com chave de ouro.

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A "pequena" fila

Então esperamos. Esperamos e esperamos. Quanto mais perto chegávamos, mais receosos ficávamos. Era de dar medo. Ficar “pendurado”, com os trilhos acima da cabeça e os pés soltos. E o pior era que a fila era bem próxima do trajeto da montanha russa, então, enquanto esperávamos, víamos os outros gritando e passando pela gente.

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Na fila: Eu e a Nati esperando

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Olha a Fire Whip no fundo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mas não desistimos, e depois de 2h20min na fila, chegou a nossa vez. Não dá pra descrever a sensação, mas dá pra mostrar. Sim, porque meu namorado não resistiu e comprou o DVD com a filmagem do nosso trajeto. Assista, e ria:

Depois disso, chegamos ao fim do nosso passeio no Beto Carrero. Agora era voltar pro hotel, curtir ainda uma piscina, jantar e ir descansar. Porque foi cansativo, mas valeu a pena! E no Domingo aproveitamos ainda pra acordar cedo e ir caminhar na orla de Balneário Camboriú. Perfeito! O calçadão é ótimo pra passear, e no final ainda tem um deque lindo, pena que a gente não pode ficar mais para aproveitar.

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No deque em Balneário Camboriú

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Ju e Nati: parceiros de caminhada e de viagem

E assim, chegou ao fim nossa viagem, da qual guardo ótimas lembranças e por isso resolvi compartilhar a história com vocês. Para todos aqueles que tem um espírito de criança, aventureiro, recomendo: vão ao Beto Carrero! Bom passeio pessoal e até a próxima!

Stop Motion

Há semanas meu namorado vinha me dizendo que tinha que fazer um stop motion para uma disciplina do curso de Desing, na Feevale. Ele já havia feito alguns, na adolescência, que quando eu vi, achei incríveis.

Porém agora era uma tarefa, não uma simples brincadeira. Ele me contou a ideia e achei que ele não ia conseguir realizar em tão pouco tempo (até porque, ele é “um pouco” perfeccionista).

Mas o resultado ficou ótimo e super divertido! Eu sempre soube que ele era criativo, mas continuo me surpreendendo com as coisas que ele faz. Parabéns amor!

Finalmente está pronta a edição do Jornal Enfoque Vila Brás. Se tudo der certo, e o tempo colaborar, amanhã entregaremos os exemplares à comunidade da Brás. A novidade ficou por conta do Caderno de Saúde que foi elaborado para complementar o jornal.

Capa do Caderno de Saúde do Enfoque

Capa do Caderno de Saúde do Enfoque

Para quem quiser conferir o jornal, ele já está disponível em pdf. A minha matéria está no Caderno de Saúde, na abertura da pág. 3. E não esqueça de visitar o blog e nos seguir no twitter, é @EnfoqueVilaBras.

Toy Story 3

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Há algum tempo atrás foi divulgado o teaser do filme Toy Story 3, eu mesma vi ele nos cinemas.

Agora a Disney/Pixar divulgou o trailer oficial do filme. Nele, Andy já está bem grandinho e decide abandonar seus brinquedos. Veja:

Eu tô louca pra ver, pena que o filme só chega nos cinemas em Junho de 2010, ou seja, falta bastante tempo. Enquanto isso, curta os outros cartazes do filme:

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Era um sábado, 29 de agosto, início da tarde. Eu estava deitada na cama, lutando para não dormir, quando meu celular toca. Com um gesto aborrecido, levanto, abro o celular e vejo, surpresa, escrito no visor “Vó Enedier”. Atendo. “Mana, a bisa morreu”, são as palavras que ouço na voz embargada de minha vó.

Eu simplesmente não sabia o que dizer. Porém, a minha cara de espanto traduziu tudo. Meu namorado, que até então estava no computador ao meu lado, olhou pra mim e entendeu na hora o que havia acontecido.

Saio do quarto para contar aos meus pais e para o meu irmão o ocorrido. Meu irmão não fala nada. Minha mãe, discretamente, chora. Meu pai levanta os braços para cima e desabafa: “ainda bem”. Afinal, já havia três anos que minha bisavó estava acamada aos cuidados de minha vó. Ainda assim, parece que nunca estamos realmente preparados.

Algumas horas mais tarde estávamos eu, meu namorado e minha mãe na casa da minha vó, no Matiel, em Harmonia. Ao subirmos a escada nos deparamos com uma senhora de roupas simples, nariz vermelho, e nas mãos, um lenço, ainda tentando conter o choro. Era minha vó.

Depois de muitos abraços e beijos, entramos na casa. Foi aí que senti o cheiro. Um cheiro de flores misturado com aquele cheiro de doença, de velhice, cheiro de morte. Eles estavam arrumando minha bisavó para o velório. Não tive coragem de entrar no quarto. Fomos direto para a capela mortuária, ao lado da igreja. Dirigimos por um trecho de estrada de chão, onde tudo o que víamos era mato, algumas poucas casas e muito pó.

Ao chegar, vi dentro da pequena Capela o caixão. Minha bisavó vestia uma camisa branca, um terninho preto e estava rodeada de flores. Crisântemos. Seu rosto era magro e as mãos estavam cruzadas sobre o corpo, segurando um pequeno cravo. De novo senti o cheiro de flores, agora misturado com velas. Ao lado do caixão, coroas de flores, e, encostada na parede, discretamente, uma pequena cruz de madeira, onde podia se ler: Laura Maria Schröder. Minha bisavó.

Eu nunca tinha ido a um velório de parente. Fiquei sentada naquele banco de madeira, esperando as pessoas virem dar os “pêsames” pelas próximas horas. Descobri que o velório pode ser um local de reencontro dos parentes que moram longe. Assim como de vizinhos e amigos os quais não se via há algum tempo.

Enquanto velávamos o corpo, um chimarrão passava de mão em mão e pequenos grupos de pessoas colocavam a conversa em dia. “Nossa, a Laura tá bem, dá pra reconhecer, o fulano tava irreconhecível no velório”, comparavam algumas senhoras sentadas em um canto. De vez em quando era possível ouvir até alguns risos. Mas logo vinha a tristeza, o silêncio e o choro.

O sol foi baixando e chegou a noite. Muitos já tinham ido embora e outros chegavam com suas flores, suas rezas e seus cumprimentos. Estava na hora de ir. Enquanto isso, os outros seguiriam velando o corpo até o outro dia. O dia em que tudo finalmente acabaria.

**Esse texto foi escrito para a cadeira de Projeto experimental em revista, da Unisinos. Tínhamos que produzir uma narrativa, sobre qualquer assunto. O resultado foi o que vocês acabaram de ler.

TV Enfoque Vila Brás

Como já foi dito aqui em outro post, faço a cadeira de Projeto experimental em Jornal, onde colaboro tanto na produção do jornal, quanto do blog. O que não foi dito é que eu e meu colega Pedro Foss, por incentivo do professor Demétrio Soster, resolvemos fazer uma produção audiovisual sobre a Vila Brás.

O vídeo foi postado no blog na seção do “TV Enfoque”, algo como uma teleweb. Confiram aí:

E pra quem tem twitter e quer saber das novidades sobre o material produzido pela turma a respeito da Vila Brás, segue o @EnfoqueVilaBras

Blog Viver Bem

No post anterior, falei um pouco sobre a minha participação em outros blogs, de displinas que curso na Unisinos. Finalmente está no ar o Blog Viver Bem, que fala sobre como ter mais qualidade de vida. No quem somos você descobre um pouco mais sobre a origem do blog e quem escreve.

Na primeira matéria você confere como uma alimentaçaõ saudável contribui para ter mais saúde e viver melhor. E você vê ainda como a prática de exercícios tamném pode colaborar para isso, como a ioga.

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Ok pessoal, a intenção não é exatamente promover meu nome. Longe disso. Acontece que esse semestre todas as cadeiras que estou realizando na Unisinos, envolvem, de alguma forma, blogs!

001Em projeto experimental em revista, cujo objetivo é produzir a revista Primeira Impressão, temos também o blog Impressões literárias. Onde, por vezes, vocês encontrarão produções textuais da turma. No “quem somos” vocês encontram a apresentação pessoal de cada aluno, e lá você pode conferir uma versão um tanto quanto poética da pessoa que vos fala.

Já na disciplina Estágio Multimeios temos como objetivo criar um blog temático, onde postaremos matérias que contenham texto, foto, áudio e imagens! O blog ainda não existe, mas será sobre qualidade de vida…”Viver Bem”!

E por fim, temos a cadeira de Projeto Experimental em Jornal, ministrada pelos professores Demétrio Soster e Thaís Furtado. Nessa disciplina produziremos 3 edições do Jornal Enfoque Vila Brás. E, claro, também contamos com a ilustre presença do blog Enfoque Vila Brás! Eu já deixei meu recado por lá sobre a nossa primeira saída a campo, mas com certeza, muitos outros posts virão.

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Turma de Projeto em Jornal na Vila Brás

Você pode acessar os blogs pelo portal3, ou então, direto pelos endereços! Espero dar conta de todos esses blogs, sem contar no resto dos trabalhos que preciso fazer! Ai, acho que até o fim do semestre eu enlouqueço!

normais2_3Assisti hoje a estréia dos Normais 2! Confesso que não costumo assistir filmes brasileiros no cinema. Alguns podem achar que é preconceito meu, mas não é. É que ao chegar no cinema acabo me interessando sempre por outros filmes, e os nacionais ficam pra ser vistos em DVD! Dessa vez foi diferente.

Sempre gostei do seriado Os Normais que passava na Rede Globo. Assisti o 1º filme, e me interessei em ver o 2º. Adoro a Vani, da Fernanda Torres, e o Rui, do Luís Fernando Veríssimo. Eles valem o filme!

A confusão começa quando Vani constata que ela e o Rui, depois de 13 anos de noivado, transam cada vez menos. Ao fazer uma pesquisa no banheiro com as mulheres,  ela percebe que quanto mais tempo juntos, menos sexo. Vani toma então uma decisão radical: atender às fantasias do Rui. Qual delas? Um ménage à trois.

A partir daí é confusão pra todo lado. Em busca de uma parceira para realizar a fantasia, o casal se depara com as mais inusitadas situações. Confere aí o trailer do filme:

Como já é característica dos Normais, o filme conta com várias participações especiais, como: Cláudia Raia, Drica Moraes, Daniele Suzuki, Aline Moraes, entre outros. Para quem via o seriado, uma coisa fica clara. O filme funciona como um episódio estendido da série, o que de modo algum, tira o seu mérito.

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Quem conhece a série vai se identificar com o humor escrachado e até mesmo, forçado do filme. Confesso que uma ou duas cenas do filme foram desnecessárias, como a cena da da Vani com o bicho preguiça na cama. Mas ainda assim, vale assistir.

Confere também o vídeo do Rui e da Vani explicando todos os palavrões que foram proibidos no filme. Hilário!

E para os fãs do seriado, uma notícia boa: a série vai voltar à TV em 2010. Mas enquanto isso não acontece, confiram alguns momentos engraçados dos Normais na telinha.

Para quem for assistir o filme, desejo boas risadas!

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