Feeds:
Posts
Comentários

Archive for dezembro \31\UTC 2009

Para mim o ano de 2009 superou as expectativas com relação a seriados. Nunca baixei tantos episódios de diferentes séries como nesse ano. E é por isso que resolvi falar do que teve de melhor e pior em seriados no ano de 2009. Aliás, muitos blogs e sites já elegeram seus melhores e piores. Claro que, como não vejo TODOS os seriados, só posso falar daquilo que vi.

O MELHOR

E.R: Depois de 15 anos me despedi da série médica que eu adorava, que eu assistia no SBT, chamada de “Plantão Médico”. Focando no cotidiano do pronto-socorro e nos dramas vividos pelos médicos o seriado fez muito sucesso e deixou uma legião de fãs, na qual, me incluo. A 15ª temporada foi marcada de participações especiais de atores que fizeram parte da série anteriormente. Foi muito bom matar as saudades e se despedir dessa série que fez história.

True Blood: Tudo bem que a série foi lançada nos EUA em 2008, mas eu conheci a série neste ano e adorei! Pra mim, na verdade, esse modismo vampiresco começou depois de True Blood. A série mostra humanos convivendo com vampiros e a história é centrada no romance de Sookie com o vampiro Bill. Claro que, com duas temporadas, muita coisa aconteceu. Mas a 2ª temporada foi muito boa e desenvolveu bem os dramas e romances das séries. Que “Vampire diaries” que nada, eu sou muito mais True Blood. Agora resta aguardar a 3ª temporada que ainda deve demorar para estrear, infelizmente.

Grey´s Anatomy: Eu sou fã de seriados médicos, e Grey´s Anatomy me conquistou desde o início. A 6ª temporada chegou para arrasar! A morte de George, a relação complicada de Izzie E Alex, a fusão do Seatle Grace com o Mercy West, os novos personagens, o crescimento de outros, como Lexie Grey e Arizona, o probleminha do Chefe…tem alguém que não está ansioso pelos próximos episódios?

Private Practice: Essa é uma série que eu não esperava muito, assisti alguns episódios da 1ª e 2ª temporada, e com o final impactante da 2ª temporada resolvi que iria acompanhar a 3ª temporada. Me surpreendi. Não consegui largar. Teve todo o drama da Violet com seu bebê, o relaciomento de Charlotte e Cooper, os problemas de Naomi e Adisson, e de Adisson com os pais (Bizzy e Capitão). Tô ansiosa pelo próximo episódio que, aliás, vai ser um crossover com Grey´s Anatomy. O episódio representa o 6.11 “Blink” para Grey’s Anatomy e 3.11 “Another Second Chance” para Private Practice.

Brothers and Sisters: Essa é outra série que sou fã e que não me decepciona. A 4ª temporada veio recheada de dramas, mas sem esquecer de momentos divertidíssimos que são próprios da série. Temos o câncer de Kitty, o relacionamento de Sarah com o belo francês, o casal vai e volta Justin e Rebecca que finalmente resolve se casar, Nora também encontra seu par “misterioso”…sem esquecer do casal adorável Kevin e Scott…a aparição de Tommy e muito mais!

House: E alguém ainda duvida do sucesso de House? No blog fora de série House foi eleita a melhor série da década pelos leitores de Zero Hora. Eu assisto House primeiro porque o personagem dele, vivido por Hugh Laurie, é fantástico. Daí temos ainda os casos médicos, os dramas dos outros médicos e do próprio House com Cuddy. O início da 6ª temporada foi de cair o queixo, mostrando o médico internado aprontando todas e se envolvendo emocionalmente também. Só digo uma coisa: chorei! Agora é aguardar pelos próximos episódios, e que venham logo!

The Big Bang Theory: Eu já achava a série engraçada, mas a 3ª temporada parece ainda melhor. Sheldon rouba a cena, Penny ganha mais espaço como a namorada do Leonard e, inacreditavelmente, Hollowitz arruma uma namorada, a Bernadete. No último episódio tivemos a visita da mãe de Leonard que rendeu ótimos momentos com o Sheldon, inclusive, o tão esperado beijo. Vale a pena ver!

The good wife: Essa nova série chamou minha atenção nas propagandas da Universal. Resolvi baixar e não me decepcionei. A série fala de uma mulher, Alicia, que vê sua vida transformada com a prisão do marido e a descoberta da infidelidade dele. Mas ela dá a volta por cima e por convite de seu amigo Will, começa a trabalhar em uma grande firma de advogacia. Aos poucos ela vai conquistando seu espaço e a série vai conquistando seus fãs.

MAS O DESTAQUE VAI PARA…

Glee: Ouvi falar tanto dessa série no twitter que resolvi ver qual era. Resultado? Viciei! A série transmitida pela FOX teve 13 episódios até agora, mas já foi o bastante para conquistar uma legião de fãs e ser alvo de diversas manifestações pelo mundo todo.

O seriado mostra os clichês do colégio, mas quem faz parte do Coral Glee, na verdade, são os excluídos. Para isso temos ainda o professor de espanhol, Will, que se esforça para que o Glee cresça e apareça e ainda vença um concurso. Em contrapartida, temos a professora Sue Sylvester, vivida pela ótima Jane Lynch, que treima as líderes de torcida. Suas frases são ótimas e sua interpretação lhe rendeu uma indicação ao Globo de Ouro.

E não bastasse isso, a série conquista pelos números musicais embalados por vários sucessos, como a blogueira Cler coloca em seu post. Eu já baixei o 1º e o 2º CD da série e não consigo parar de ouvir. E para quem quiser ouvir e acompanhar as letras do volume 1 e do volume 2 também pode. Encontrei em outro blog esses dias vários posts com a versão original e a versão Glee de várias músicas, separados por cada episódio, vale a pena conferir! Até a propaganda para o DVD é bacana:

Alguém ainda tem dúvida de quem um seriado que consegue ter o episódio mais gay da TV de 2009 colocando um time de futebol americano para dançar o hit da Beyoncé Single Ladies é de arrasar?

Modern Family: Essa é outra série que me conquistou no ano de 2009. Feito no estilo mockumentary (como o The Office) a série retrata a rotina de 3 famílias norte-americanas. Encabeçada pelo avô rico que está no segundo casamento com uma estrangeira boazuda, de quebra, ele ganha um enteado gordinho nada convencional. Ele tem ainda 2 filhos, um gay, que junto com seu companheiro resolve adotar um bebê, e a outra filha, casada e com 3 “lindos” filhos.

Como era de se esperar os estereótipos se fazem presentes e os episódios rendem situações muito engraçadas. Cada episódio tem em torno de 20 minutos, ou seja, rapidinho terminei de ver os 10 episódios que tem até o momento. Resta aguardar os próximos…

O ano de 2009 foi de Glee X Modern Family, pra você, qual foi a melhor do ano? Dê a sua opinião!

Claro que tem ainda muitos seriados que quero ver, até já fiz minha listinha para 2010:

– Dexter

– How I met you mother?

– Lie to me

Alguém aí tem outra sugestão???

Anúncios

Read Full Post »

No blog Fora de Série o post “Badulaque para seriadomaníaco” dá duas dicas de presentes para quem é fã de séries. As dicas vieram de uma seleção do 10000 words, “30 presentes para se dar a jornalistas“.

Dessa lista selecionei os mais interessantes:

Com essas etiquetas você vai deixar bem claro frases do tipo: “Eu tenho certeza que esta não é a sua sacola/bolsa” e “esta é a minha sacola/bolsa”.

“Crime scene: do not cross”. Quem não iria querer usar uma manta dessas? Super divertida!

Para quem viaja bastante, esse “kit conforto” é o ideal! Vem com travesseiro inflável, tampões de ouvido, proteção para os olhos, para quem não consegue dormir com a claridade…enfim.

Se a pessoa que você quer presentear gosta de chocolate e criatividade, esse é o presente perfeito: um chocolate em forma de gráfico, com 3 sabores diferentes. Esse eu quero!

Quem não iria adorar ganhar esse travesseiro super criativo para curtir um filme, seriado, ou, até mesmo, pra dormir?

Esse também é bem criativo, agora você pode ter seu gelo personalizado: com as letras do alfabeto!

Na seleção tem muitas outras dicas, algumas bem mais caras, lógico. Boas compras e um Feliz Natal cheio de presentes legais e criativos como esses pra vocês!

Read Full Post »

No post anterior falei sobre o lançamento da Revista Primeira Impressão, produzida na displina de Proj. experimental em revista. Pois nessa cadeira tivemos também outra tarefa: produzir um perfil. Decidi escrever sobre a avó do meu namorado, que é uma típica vó alemã, uma “Oma” e que, além disso, tem uma história super interessante de vida.

Decidi postar aqui o meu perfil porque acredito que são nesses trabalhos que exercitamos a nossa escrita e vamos tendo um “gostinho” da nossa futura profissão, no meu caso, a de JORNALISTA! Para quem então tiver interesse, segue abaixo o perfil:

Em alemão, por favor!

– Posso te fazer umas perguntas então?

– Só se for em alemão!

Assim começou a conversa com Christine Luise Trein, 79 anos, mãe de oito filhos e conhecida como Oma por seus 13 netos. Acanhada ao falar do presente, é no passado em que ela se refugia, nas histórias de sua infância ao lado dos seis irmãos e nas histórias da Alemanha e da guerra.

Dessa época, ela se lembra da menina de 11 anos que precisou se desfazer das bonecas e resolveu enterrá-las, quando precisou ir à Alemanha com seus pais e irmãos. Ou então da Hitlerjugend (juventude hitlerista) da qual fez parte, onde, em meios aos bombardeios da guerra, ela e outros jovens faziam trabalhos manuais, tricotavam para os soldados e cantavam.

Ela se lembra da menina que tentava entender porque sua colega judia havia sumido, de onde vinha aquela fumaça e aquele cheiro, por que o céu parecia fogo e por que sua casa havia sido bombardeada e destruída. Christine recorda apenas de correr com a irmã mais nova no colo, de se refugiar nos bunkers, do medo da mãe de se esconder no porão, de morar em um pavilhão desabitado de prisioneiros após perder sua casa. Nele as janelas eram feitas de plástico, e no espaço onde caberiam no máximo oito pessoas, havia 15.

Ela não esquece o frio que sentiram, da fome que passaram, do cardápio diário de água morna com dente-de-leão ou dos raros mingaus de aveia pela manhã. Enquanto seu pai, Hans Spieweck, lutava pelo Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei (Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães), sua família sobrevivia. Embora fizessem parte do partido hitlerista, a mãe de Christine não se envolvia e por isso ela e a família acabavam sofrendo ameaças de perseguição.

Porém enquanto Christine recorda essas histórias, ela se lembra de uma frase que leu recentemente, onde a mensagem diz que as pessoas que têm fé no protetor e salvador, serão sempre protegidas. E é por esse motivo que ela acredita que nada aconteceu com sua família e que por isso eles sobreviveram.

Nascida em Ibirama, Santa Catarina, Christine dividiu sua infância entre as cidades de Luzerna e Joaçaba, também no estado catarinense. Dos sete irmãos, foi a primeira filha mulher a nascer e com ela, vieram as responsabilidades.

– Quando eu tinha apenas quatro anos minha mãe me mandava ir até o rio para lavar as fraldas da minha irmã mais nova. Eu ia sozinha.

Mas o medo dela não era de ir ao rio, mas do cachorro que sempre a encontrava no trajeto e latia pra ela.

– Muitas vezes eu subi em árvores pra fugir dele.

No ano de 39 até 42, quando estiveram em Joaçaba, Christine se lembra de ter ficado apenas um ano no colégio. Ela e os irmãos eram perseguidos por serem alemães. O pai não deixou mais eles irem ao colégio e contratou uma professora particular, cujo nome Christine ainda recorda: – Era Vera.

Mas Christine lembra também das coisas boas da infância e das peraltices. Como seu pai era professor, eles moravam no mesmo prédio da escola, portanto ela aproveitava para brincar com os alunos no recreio. Ao descobrir o medo deles de sapo, não exitou em pegar um na mão e correr atrás dos amigos, assustando-os.

Ela relembra também da boneca feita de papelão que se desmanchou quando Christine lhe dava mamadeiras de verdade, com água. Das férias passadas em Treze Tílias, em Santa Catarina, quando ela e os irmãos se penduravam nos sinos das igrejas católicas e se amontoavam em cima do burrinho do padeiro para andar e despencar, cada vez que ele parava.

Viveu a adolescência na Alemanha, voltou para o Brasil em 1947, então com 17 anos, e de repente se descobriu a Christine esposa. Casou com o pastor Albino Trein em 1951, na cidade de Luzerna. Devido à profissão do marido, Christine morou em diversas cidades, o que, segundo ela, não foi problema.

– Meus pais sempre mudaram muito, nunca ficamos mais de três anos no mesmo lugar, então eu estava acostumada.

Ela passou por Luzerna em Santa Catarina, no Rio Grande do Sul por São Pedro do Sul, Feliz e, por fim, se estabeleceu na cidade de Gramado desde 1977. Depois de dois anos casada, teve o primeiro filho, Hans, seguido de Wolfgang, Elisabeth, Ursula, Albin, Hanna, Paul e Dorotéa. Uma das filhas lembra Christine como uma mãe severa e exigente, que tentava impor seus desejos e vontades e que não gostava que os filhos batessem o pé pra ela. Mas essa mesma mãe não saía do lado da cama dos filhos quando estes ficavam doentes. Ela sabia ser zelosa e carinhosa, tanto que as crianças até queriam ficar doentes para ter mais atenção da mãe.

Nas questões familiares, a última palavra da casa era sempre dela, o “Opa” não se manifestava. Como sogra, a primeira impressão deixada em um dos genros foi de medo, pelo seu jeito imponente e por ser a “Frau pastor” (mulher do pastor).

Para os netos, a Oma é formada por diversas lembranças: o cheiro do perfume de lavanda, as comidas de Domingo, o frango à Califórnia, os enrolados de carne com massa, o pretzel, os bolos do café da tarde, o Kopenhagnenzintzöpfe (trança de amendoim), os natais cheios de magia, com músicas cantadas em alemão, o pinheiro decorado com velas, os docinhos dados aos netos, aos beijos, dizendo ein süßes Kuss (um beijinho doce), também o seu jeito organizado e de cumprir horários.

Durante toda a entrevista, foram poucas as palavras que Christine falou em português. E quando questionada sobre sua personalidade, e sobre a influência da cultura alemã em sua vida, ela simplesmente diz:

– Eu sou assim, esse é meu jeito, essa é a minha cultura.

A influência alemã se percebe em todos os aspectos, nas vestimentas que Christine usa, na culinária, ao ouvir no rádio as bandinhas, na preferência pelos cultos falados apenas em alemão, nos trabalhos manuais, nas festividades religiosas, como o Natal, onde há leitura de passagens bíblicas e canto em alemão e até mesmo na decoração. Na cozinha da casa de Christine, acima do mapa da Alemanha, há uma placa onde se lê: Dass Tägliche Brot gib uns heute (Pão nosso de cada dia nos dá hoje). Ela mesma diz que é uma alemã no Brasil, e uma brasileira na Alemanha, e para quem a conhece, essa é a impressão que fica. Dos familiares, sempre pediu que falassem em alemão com ela. Um dos netos, que se sentia frustrado por não saber falar, por incentivo da Oma, iniciou esse ano aulas de alemão. Enquanto conversávamos, ele falava algumas coisas em alemão e o rosto sorridente da Oma era de orgulho e satisfação.

E se hoje fores visitar Christine, é bem provável encontrá-la cuidando do jardim ou da horta, lendo algum livro, fazendo palavras cruzadas, ouvindo o rádio ou então, em uma de suas caminhadas. Mas aconselho, aprenda algumas palavras em alemão antes de encontrá-la, nem que seja o dialeto, ou então, diga logo: Ich spreche kein Deutsch (Eu não falo alemão) e boa sorte.

Read Full Post »

Na segunda-feira, 14 de Dezembro, aconteceu o lançamento da Revista Primeira Impressão, na Unisinos. Produzida pelos alunos de Projeto Experimental em Revista e de Projeto em Fotografia, a 32ª edição trouxe 20 textos sobre o tema “Encontros e despedidas”.

Eu e minha colega, Mariana Aguirre, produzimos uma matéria cujo assunto principal é o Alzheimer. Para isso, entrevistamos os familiares de Dona Edna, que possui a doença e hoje está internada em uma clínica em Porto Alegre. O site portal3, da Unisinos, falou sobre o lançamento da revista e saiu até um depoimento meu, contando como foi a experiência de produzir esse trabalho.

Eu com a revista Primeira Impressão nas mãos: que orgulho!

No lançamento da revista estiveram presentes os professores Flávio Dutra, Juan Domingues e Thaís Furtado, e ainda o professor Edelberto Behs, coordenador do curso de Jornalismo da Unisinos, além dos alunos, familiares e fontes.

Marcelo Garcia, responsável pelo projeto gráfico, junto com os professores Flávio, Edelberto, Thaís e Juan

E por fim, agradeço toda colaboração do Eduardo Torres, sua esposa, Iael, e sua cunhada, Brigitte, por tornarem possível a matéria De corpo presente. O resultado final ficou muito bacana, e até agora tive um retorno positivo de todos que leram e que se sentiram tocados com a história da Edna, que se assemelha à história de muitos outros. Afinal, a revista Primeira Impressão serve pra isso: contar histórias, da melhor forma possível! E acho que conseguimos!

Eduardo, Iael e Brigitte com Dona Edna

Read Full Post »

A Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood divulgou hoje a lista de indicados ao Golden Globe Awards 2010, o Globo de Ouro. A 67ª edição do Golden Globe acontecerá em 17 de Janeiro em Beverly Hills. Como ando viciada em seriados ultimamente, posto aqui a lista dos indicados nas categorias de televisão:

Melhor Série Drama
BIG LOVE
DEXTER
HOUSE
MAD MEN
TRUE BLOOD

Melhor Performance de uma Atriz em Série Drama
GLENN CLOSE – DAMAGES
JANUARY JONES – MAD MEN
JULIANNA MARGULIES – THE GOOD WIFE
ANNA PAQUIN – TRUE BLOOD
KYRA SEDGWICK – THE CLOSER

Melhor Performance de um Ator em Série Drama
SIMON BAKER – THE MENTALIST
MICHAEL C. HALL – DEXTER
JON HAMM – MAD MEN
HUGH LAURIE – HOUSE
BILL PAXTON – BIG LOVE

Melhor Série Comédia ou Musical
30 ROCK
ENTOURAGE
GLEE
MODERN FAMILY
THE OFFICE

Melhor Performance de uma Atriz em Série Comédia ou Musical
TONI COLLETTE – UNITED STATES OF TARA
COURTENEY COX – COUGAR TOWN
EDIE FALCO – NURSE JACKIE
TINA FEY – 30 ROCK
LEA MICHELE – GLEE

Melhor Performance de um Ator em Série Comédia ou Musical
ALEC BALDWIN – 30 ROCK
STEVE CARELL – THE OFFICE
DAVID DUCHOVNY – CALIFORNICATION
THOMAS JANE – HUNG
MATTHEW MORRISON – GLEE

Melhor Minissérie ou Telefilme
GEORGIA O’KEEFFE
GREY GARDENS
INTO THE STORM
LITTLE DORRIT
TAKING CHANCE

Melhor Performance de uma Atriz em Minissérie ou Telefilme
JOAN ALLEN – GEORGIA O’KEEFFE
DREW BARRYMORE – GREY GARDENS
JESSICA LANGE – GREY GARDENS
ANNA PAQUIN – THE COURAGEOUS HEART OF IRENA SENDLER
SIGOURNEY WEAVER – PRAYERS FOR BOBBY

Melhor Performance de um Ator em Minissérie ou Telefilme
KEVIN BACON – TAKING CHANCE
KENNETH BRANAGH – WALLANDER: ONE STEP BEHIND
CHIWETEL EJIOFOR – ENDGAME
BRENDAN GLEESON – INTO THE STORM
JEREMY IRONS – GEORGIA O’KEEFFE

Melhor Performance de uma Atriz Coadjuvante em Série Minissérie ou Telefilme
JANE ADAMS – HUNG
ROSE BYRNE – DAMAGES
JANE LYNCH – GLEE
JANET McTEER – INTO THE STORM
CHLOË SEVIGNY – BIG LOVE

Melhor Performance de um Ator Coadjuvante em Série Minissérie ou Telefilme
MICHAEL EMERSON – LOST
NEIL PATRICK HARRIS – HOW I MET YOUR MOTHER
WILLIAM HURT – DAMAGES
JOHN LITHGOW – DEXTER
JEREMY PIVEN – ENTOURAGE

Esse ano temos novas séries na lista, como a novata Glee, que recebeu 4 indicações merecidas: Melhor Comédia, Ator em Comédia (Matthew Morrison), Atriz em Comédia (Lea Michele) e Atriz Coadjuvante (Jane Lynch). Eu sou suspeit pra falar, porque adoro a série!! Vou ficar na torcida…

As série veteranas 30 Rock, Big Love (Amor Imenso), Damages, Dexter e Mad Men apareceram com 3 indicações cada. Outra novidade na premiação é a comédia Modern Family, além da renovação na categoria de melhor atriz em comédia.

Temos também a indicação de Julianna Margulies por The good wife (série que eu adoro!), e também o indicado ao Emmy deste ano por The mentalist, Simon Baker.  Já na disputa de melhor ator em drama tem muita gente apostando no ator de Dexter, Michael C. Hall.

“Já na categoria Drama não há dúvida de que a maior torcida este ano vai ser por Dexter, que na carona precisa dar a Michael C. Hall o prêmio de melhor ator. Crítica e público se unem neste voto. É praticamente unânime reconhecer a qualidade do personagem e da trama nesta quarta temporada, especialmente na quarta temporada.” (@blogforadeserie)

Eu não vejo Dexter, logo, não posso opinar. Mas assisto House e AMO Hugh Laurie, portanto, meu voto é dele.

E pra vocês, quem são seus favoritos? Opinem!!

Aproveite e relembre as 10 melhores séries e episódios de 2009 segundo a revista Times.

Read Full Post »

O terror dominou meu último final de semana. Na 6ª (04/12) eu e meu namorado decidimos pegar a última sessão do filme Atividade Paranormal no Cinesystem de São Leopoldo, às 22:20h. Eu já tinha visto o trailer do filme, e como eu adoro filmes de suspense e de terror, fiquei louca pra assistir. Ainda mais que o trailer mostra não só cenas do filme, mas a reação da platéia ao assisti-lo.

Já no Sábado pela manhã, assistimos em DVD o filme Arraste-me para o inferno, do diretor Sam Raimi, de o Homem Aranha.

Ambos os filmes lidam com o sobrenatural, onde uma garota é perseguida por fantasmas, ou mais especificamente, por um demônio. No caso de Atividade Paranormal, Katie vê vultos, ouve sons, susurros e  sente arrepios desde criança. Assim, por incentivo do namorado, eles decidem instalar uma câmera no quarto para registrar os eventos sobrenaturais. E aí, a coisa só piora.

Cartaz do filme "Atividade Paranormal"

Já em Arraste-me para o inferno, Christine passa a ser perseguida por um demônio quando nega ajuda a uma senhora e esta lhe joga uma maldição. Porém, antes somos apresentados a uma história que aconteceu muitos anos atrás, quando uma criança também havia sido perseguida pelo demônio chamado Lâmia. Assim, entendemos como a perseguição funciona e presumimos como irá terminar.

Cartaz do filme "Arraste-me para o inferno"

Enquanto que no 1° filme a história se desenrola de forma lenta, gradual, criando uma clima de tensão e medo apenas com sutilezas, em Arraste-me para o inferno as cenas pecam pelo exagero, pelo grotesco, pelo bizarro e excesso de humor negro e escatologia. A diferença entre eles é gritante.

Atividade Paranormal tem um roteiro simples e eficaz, e não apela para sustos de 2 em 2 minutos, ele constrói sua narrativa de modo que o espectador se envolva com a história de Katie e do namorado Micah. Dessa forma, cada barulho, cada arrepio, susurro ou sensação estranha sentida pelos personagens também é sentida pelo espectador.

No outro filme, o diretor nos apresenta rapidamente o objetivo do filme, o demônio Lâmia, como ele persegue sua vítima e o porquê, e qual será o seu destino final. Tudo isso, claro, recheado de horror, coisas nojentas e cenas absurdas como uma bigorna caindo na cabeça da vilã.

As perseguidas:

Christine é perseguida pelo demônio "Lâmia"

X

Katie é atormentada por um demônio desde criança

O final de ambos os filmes pode se dizer que é “previsível”, mas é inegável a superioridade de Atividade Paranormal em assustar, amedontrar e aterrorizar. Principalmente também pelo fato de se fazer passar por um documentário, não colocando créditos iniciais e finais no filme.

Mas se você gosta de coisas bizarras e nojentas e de filmes de terror cheio de clichês, recomendo Arraste-me para o inferno. Mas se você quer algo mais sutil, mas com resultado muito mais assustador, assista Atividade Paranormal, de preferência, à noite. Eu garanto, vai ser difícil dormir depois. Nessa hora, a apresença do namorado(a) ajuda.

Bom filme a todos e bons sustos!

Read Full Post »

Se você gosta tanto da Damyller quanto eu, e, ainda por cima, adoraria ter a assinatura da Revista Rolling Stone Brasil, então essa promoção é pra você:

Passa lá no blog da Damyller, vai no post “Jeans e Rock = Damyller & Rolling Stone – Uma promoção Rock’n roll” e responda a pergunta!

Seria um presentão de natal hein?

Boa sorte!

Read Full Post »