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Archive for the ‘Viagens’ Category

Estou de férias!

Pois é pessoal, amanhã vou pra praia curtir 1 mês de férias! Eu adoro escrever aqui no blog, mas nessas férias pretendo descansar e vou tirar férias do blog também!

A não ser que o tempo esteja muito ruim que me obrigue a ir num lan house dos subúrbios de Pinheira (SC), o blog ficará um tempo sem atualizações. Assim espero! Mas quem sabe na praia apareçam histórias bacanas e interessantes, daí depois eu conto no blog pra vocês!

Mas por enquanto: PRAIA, aí vou eu!

Quem for também, boas férias! E para quem fica na labuta, boa sorte!

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No final de semana do dia 24 e 25 de Outubro, eu, meu namorado e mais um casal de amigos, o Ju e a Nati, fomos de excursão para o Beto Carrero. Desde o ano passado vínhamos programando esse passeio. Depois de pesquisarmos as opções, optamos pela empresa Socaltur, de Novo Hamburgo. Por um preço bem razoável, tínhamos incluso o transporte, hotel, os 2 cafés da manhã, janta e o ingresso para o Beto Carrero. E lá fomos nós.

Saímos na sexta, 23 de Outubro, às 22:15, em frente ao Ginásio Municipal de São Leopoldo. Nós, cheio de malas, e um casal ao nosso lado, só com uma mochilinha. Era “inha” mesmo. Isso foi motivo de piada o finde inteiro. Já no ônibus, tínhamos água, refri, chá e bolachinhas. Tudo perfeito!

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No ônibus: início da excursão

No meio do caminho, paramos no Japonês, parada obrigatória dos ônibus que vão para S.C. Tínhamos 30 min. para usar o banheiro e comermos algo. Estávamos bem tranquilos, conversando na frente do bus, quando o guia, o Becker, disse: “só estamos esperando por vocês”. Bah, que vergonha! Depois disso éramos sempre os primeiros a entrar no bus, ou quase.

Início da manhã, lá pelas 07:15 chegamos no Hotel Rieger, que, por sinal, era maravilhoso! Quartos aconchegantes, piscina interna, térmica, piscina externa e café da manhã e janta deliciosos. Pobre é  triste, já se deslumbra com o hotel e a comida! Mas o que nos interessava era o parque, por isso embarcamos de novo no bus e fomos para o Beto Carrero.

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Chegada no hotel: prontos para ir pro Beto

Por azar pegamos um engarrafamento e não chegamos tão cedo quanto gostaríamos. Mas a empolgação era grande, assim mesmo! Tinha gente por todo lado, vários ônibus estacionados, o Becker nos disse depois que nunca tinha visto o Beto Carrero tão cheio. Pois a gente conseguiu ir exatamente nesse dia! Mas paciência, agora era entrar e correr para encarar as filas e andar nos “brinquedos”.

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No Beto Carrero: Ju, Nati, eu e Lu na foto tradicional

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Beto Carrero lotado

O mais perto da entrada era o “Madmotion”, que na minha época, 10 anos atrás, ainda se chamava “Maxmotion”. Depois de uns 30 min. na fila, entramos. Foi um pouco decepcionante, pra não dizer, totalmente. Tínhamos a lembrança de algo divertido, emocionante, mas o que vimos foi algo entediante, com as cadeiras se mexendo, mas sem grandes efeitos, gráficos ruins…Depois que eu fui entender que 10 anos atrás isso podia ser bacana, mas hoje, com videogames, cinema 3D e 4D, a nossa visão mudou.

De lá, fomos correndo para a próxima atração, que eu ainda não conhecia, o “Império das águas”. A espera foi longa, 1h30min. na fila, e apesar de não ser algo que nos desse muita emoção e adrenalina, valeu a pena! É quase como fazer rafting, por um trajeto bonito, calmo, com risco de sair de lá molhado. Eu saí ilesa, já o Juliano…

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No Império das Águas

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Amor e eu descendo as "corredeiras"

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Juliano: só um pouco molhado

Bem ao lado do Império das Águas vimos a temida “Big Tower”. Ela é big mesmo! De longe já parecia grande, de perto então, sem comentários.  Mas resolvemos encarar! Pra nos incentivar, a fila era pequena. Era impressionante ouvirmos os gritos na subida, e depois, na queda de 100 metros, só o silêncio.

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Big Tower de longe

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De pertinho

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Na nossa vez não foi diferente! Medo, apreensão e risadas fizeram parte. Enquanto a gente subia, eu só pensava “o que eu tô fazendo aqui?”, mas daí era tarde, e logo estávamos caindo, caindo, caindo… Muito louco, mas eu iria de novo, com certeza!

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Na hora da verdade

Depois disso, tudo parecia pouco pra nós. Ou pelo menos foi o que pensamos. Resolvemos seguir na mesma linha, e fomos no “elevador”. Logo mudamos de opinião, o elevador era pior que a Big Tower. Subia mais rápido, era barulhento, parecia uma gaiola…só sei que no final das contas a sensação foi tão “ruim” quanto, ou pior. Mal descemos do elevador e nos encaminhamos para a montanha russa “antiga”.

Perto da nova, ela parecia muito sem graça, mas depois de andarmos vimos que ela dá medo também! Principalmente na 1ª descida. O Ju e a Nati, que andaram no 1° carrinho então que o digam! Nisso, já era passado das 15:00, resolvemos então que era hora de almoçar. Optamos pela praça de alimentação central, e apostamos em um lanche rápido, que não fosse causar risco na nossa ida à nova montanha russa.

Decidimos caminhar um pouco pelo parque antes da nossa próxima gigantesca fila. Conhecemos a Vila Germânica, a Ilha dos Piratas, tudo muito rápido, claro, porque nosso tempo era curto e a próxima espera era longa.

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😉

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Na Vila Germânica

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

De olho no relógio nos encaminhamos para a mais nova montanha russa do Beto Carrero: a Fire Whip! Já de longe vimos que a fila era grande, mas a nossa decisão já estava tomada, queríamos encerrar nosso passeio ao Beto com chave de ouro.

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A "pequena" fila

Então esperamos. Esperamos e esperamos. Quanto mais perto chegávamos, mais receosos ficávamos. Era de dar medo. Ficar “pendurado”, com os trilhos acima da cabeça e os pés soltos. E o pior era que a fila era bem próxima do trajeto da montanha russa, então, enquanto esperávamos, víamos os outros gritando e passando pela gente.

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Na fila: Eu e a Nati esperando

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Olha a Fire Whip no fundo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mas não desistimos, e depois de 2h20min na fila, chegou a nossa vez. Não dá pra descrever a sensação, mas dá pra mostrar. Sim, porque meu namorado não resistiu e comprou o DVD com a filmagem do nosso trajeto. Assista, e ria:

Depois disso, chegamos ao fim do nosso passeio no Beto Carrero. Agora era voltar pro hotel, curtir ainda uma piscina, jantar e ir descansar. Porque foi cansativo, mas valeu a pena! E no Domingo aproveitamos ainda pra acordar cedo e ir caminhar na orla de Balneário Camboriú. Perfeito! O calçadão é ótimo pra passear, e no final ainda tem um deque lindo, pena que a gente não pode ficar mais para aproveitar.

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No deque em Balneário Camboriú

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Ju e Nati: parceiros de caminhada e de viagem

E assim, chegou ao fim nossa viagem, da qual guardo ótimas lembranças e por isso resolvi compartilhar a história com vocês. Para todos aqueles que tem um espírito de criança, aventureiro, recomendo: vão ao Beto Carrero! Bom passeio pessoal e até a próxima!

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